segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Sono

Vou dormir, sonhar com o que dizem impossível
Temer, amar, odiar, permanecer impassível
Vagar em dois segundos multiplicados
Talvez por 15 ou mais dos milésimos não aproveitados

Quero minha quarta-feira de volta
Encarar seu olhar, fixar-me em ti
Volver e caminhar sobre sua linha torta
E então ver a chuva cair e você ir embora

Será impossível
Permanecer impassível